Política
por Anderson Ramos
Publicado em 12/05/2026, às 10h20
Apesar de ter esfriado, a possibilidade de uma troca de Jerônimo Rodrigues por Rui Costa na disputa pelo Governo da Bahia ainda circula nos bastidores. A ideia já foi testada pelo PT em outra ocasião e não saiu como o esperado.
O caso mais emblemático ocorreu no Rio Grande do Sul, em 2002, quando o partido vetou a tentativa de reeleição do então governador Olívio Dutra e apostou em Tarso Genro.
Como lembrou o colunista Igor Gadelha do portal Metrópoles, à época, a decisão provocou forte desgaste interno. Olívio, que governava o estado desde 1999 e era um dos principais quadros petistas no Sul, queria disputar novo mandato.
A cúpula petista, entretanto, avaliou que Tarso Genro, à época prefeito da capital Porto Alegre, teria melhores condições eleitorais e maior capacidade de ampliar alianças.
A estratégia acabou fracassando. Tarso foi derrotado ainda no primeiro turno por Germano Rigotto (MDB), que venceu a eleição gaúcha. A derrota passou a ser lembrada por dirigentes do partido sempre que surge a discussão sobre substituir governadores que podem tentar a reeleição.
Na Bahia, o desempenho de Jerônimo nas pesquisas alimentou as especulações sobre a sua substituição por Rui. Porém, nos círculos petistas, a tese é refutada. A cúpula do partido no estado avalia que a medida que a eleição se aproximar, a candidatura do atual governador vai pegar pressão e ele sairá vitorioso nas urnas.
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