Política

Jerônimo Rodrigues nega rejeição a projeto do Governo Federal para combate às facções

Devid Santana / BNews
Jerônimo Rodrigues destaca a importância de parcerias com o governo federal em áreas sensíveis como segurança pública e saúde.  |   Bnews - Divulgação Devid Santana / BNews

Publicado em 05/05/2025, às 11h08 - Atualizado às 13h29   Yuri Pastori e Daniel Serrano



O governador Jerônimo Rodrigues (PT) negou nesta segunda-feira (5) que tenha negado um projeto-piloto do governo federal para desocupar áreas dominadas por facções e milícias. De acordo com o jornal Folha de São Paulo, o Ministério da Justiça e Segurança Pública já havia iniciado a coleta e análise de dados de inteligência, mas a gestão estadual decidiu não avançar para a fase de implementação.

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Em entrevista coletiva durante uma vistoria nas obras de ampliação e requalificação do Teatro Castro Alves (TCA), Jerônimo Rodrigues disse jamais rejeitaria qualquer parceria do governo federal, especialmente em áreas como a segurança pública.

“Nós não rejeitamos nenhum esforço ou parceria do governo do presidente Lula no que diz respeito a qualquer política pública, muito menos nessas áreas mais delicadas de segurança pública, na área de combate à fome, de educação, de saúde. Mais uma vez, a desinformação não aconteceu, pelo contrário, vocês estão vendo, chegou o apoio da Força Nacional no Extremo Sul, porque é uma área federal”, disse.

“Eu sentei com o [Ricardo] Lewandowski, fui lá 15 dias atrás e eu comentei: ‘ministro, a gente já faz isso, já existe uma força da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal conosco, o senhor quer oficializar o pedido e o Conselho Nacional pediu que nós não abriremos mão desse apoio’. E eu escrevi um documento ao ministro dizendo que estou de acordo, pode montar a equipe da Força Nacional para vir ajudar”, acrescentou.

“Eu não vou rejeitar de forma nenhuma qualquer ação. Agora, tem que ser planejada, combinada. Eu não estou abrindo mão do meu lugar de governo, da autonomia e soberania do povo da Bahia. Mas o presidente Lula não vai fazer nada que não seja essas coisas combinadas. Então, não vamos ficar alimentando nenhum tipo de comportamento que não serve para a política brasileira”, finalizou.

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