Política

João Roma pede 'apuração com rigor da lei' no caso Jaques Wagner

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O pré-candidato ao Senado, João Roma (PL), usou as redes sociais para se manifestar sobre ação da PF contra Jaques Wagner  |   Bnews - Divulgação Divulgação
Davi Lemos

por Davi Lemos

davi.lemos@bnews.com.br

Publicado em 19/06/2026, às 18h50 - Atualizado às 18h56



O presidente do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado, João Roma, comentou nesta sexta-feira (19) a operação da Polícia Federal que teve como alvo o senador Jaques Wagner (PT), classificando o episódio como grave e defendendo que a apuração ocorra com independência e observância ao devido processo legal.

Em publicação nas redes sociais, Roma afirmou que os fatos precisam ser esclarecidos pelas autoridades competentes e que eventuais responsabilidades devem ser apuradas conforme determina a legislação. “Considero muito grave, com indícios fortes, necessitando de apuração com o rigor da lei”, declarou.

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O dirigente do PL também criticou a postura adotada pelo senador petista diante das acusações, afirmando que o tema exige seriedade. “O que mais espanta nesse caso é a forma debochada que ele sempre tratou do assunto, fazendo ilações a políticos adversários e escondendo suas relações, usando, inclusive, o termo pejorativo ‘cara pálida’”, disse.

Roma acrescentou que agentes públicos investigados têm o dever de prestar esclarecimentos à sociedade e defendeu tratamento igual para todos perante a Justiça. Ao final, aproveitou para criticar as administrações do PT na Bahia, apontando problemas nas áreas de segurança, saúde e educação e afirmando que há diferenças na forma como seu grupo político e o partido governista lidam com temas de interesse público.

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