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João Roma reage a decisão de prisão domiciliar temporária para Jair Bolsonaro

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Em declaração ao Bnews, João Roma afirmou que Bolsonaro tem um tratamento desproporcional devido a sua condição médica  |   Bnews - Divulgação BNEWS
Héber Araújo

por Héber Araújo

Publicado em 24/03/2026, às 16h01



O ex-ministro e presidente do PL na Bahia, João Roma, reagiu à decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em conceder a prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro. Em comunicado enviado ao Bnews, nesta terça-feira (24) o político comemorou a determinação, mas afirmou que foi tardia.

“É uma decisão que reconhece o óbvio: ninguém pode ser submetido a um tratamento desumano, ainda mais diante de um quadro de saúde tão delicado. Estamos falando de um ex-presidente da República, com histórico de problemas de saúde graves, que mesmo assim foi mantido preso em condições incompatíveis com sua situação clínica. A prisão domiciliar é uma medida humanitária, ainda que tardia”, declarou.

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Alexandre de Moraes determinou que o ex-presidente cumprisse prisão domiciliar de forma temporária. Segundo sua decisão, o ex-presidente poderá ficar 90 dias em casa após a alta hospitalar, para terminar o tratamento. O político está internado desde o último dia 13, devido a uma broncopneumonia.

Ainda na declaração, o pré-candidato a senador da Bahia afirmou que o tratamento com o ex-presidente é desproporcional. “Mesmo diante de internações, complicações e alertas médicos, ele permaneceu encarcerado. O Brasil assiste a um ex-presidente sendo submetido a um processo duro, marcado por sofrimento físico e psicológico. Bolsonaro é um preso político”.

“O povo brasileiro acompanha tudo isso com atenção. E segue ao lado do presidente Bolsonaro, esperando que a verdade prevaleça e que a justiça seja feita de forma equilibrada e sem excessos. Nosso desejo agora é que o presidente Bolsonaro possa se recuperar plenamente e seguir firme na nossa missão de libertar o Brasil”, concluiu.

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