Política

José Dirceu comenta articulação do governo Lula com o Congresso: "Foco é o crescimento do país"

Paulo M. Azevedo / BNews
Petista destacou ainda que o governo é minoria do congresso e a realidade precisa ser mudada  |   Bnews - Divulgação Paulo M. Azevedo / BNews
Alex Torres

por Alex Torres

Publicado em 03/06/2024, às 21h09 - Atualizado às 21h33



O ex-ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, esteve em Salvador nesta segunda-feira (3), quando se reuniu com a Executiva Estadual do Partida dos Trabalhadores (PT) na Bahia e também falou sobre as articulações do atual governo do presidente Lula para tentar implementar a sua pauta.

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Em entrevista coletiva, José Dirceu também destacou a importante atuação de quatro nomes principais do governo: o presidente do BNDS, Aloizio Mercadante; o ministro e vice-presidente da República, Geraldo Alckmin; o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa; e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. 

"Acho que nós não podemos perder o foco, que é o crescimento do país. O crescimento do país passa pelas três propostas que o governo fez, além da reforma tributária, uma série de projetos que tem na Câmara e no Senado, que dizem respeito a questões do desenvolvimento nacional. Mas é a nova indústria do Brasil, o PAC e a transição ambiental que o ministro Haddad apresentou. O que eu disse hoje é que esse conjunto de propostas são importantes e fazem o país crescer. Precisa buscar um acordo sobre isso. Esses quatro ministros tem todas condições de fazer. O presidente, evidentemente, que decide que lidera isso", disse Dirceu.

O petista disse ainda que o governo tem trabalhado esses aspectos de articulação, principalmente por ser minoria atualmente no Congresso Nacional. Desta forma, além do diálogo político, Dirceu disse o que o governo precisa fazer para que as reformas necessárias comecem a passar. 

"Estamos concentrados nisso. O governo não pode perder o foco e o mais importante é o crescimento do país. Tem disputa política, tem disputa cultural, mas o fato concreto é que somos um governo de minoria no Congresso. Portanto, o governo tem que pactuar, tem que formar a maioria [...] governar e administrar a formação de maioria com 130 deputados e 12, 14 senadores é uma engenharia política. Muitas vezes você perde e tem certos temas que nós somos minoria no parlamento. Se nós queremos mudar isso, temos que formar uma maioria parlamentar no Brasil. Temos que explicitar essas reformas, explicitar para o país o que nós queremos", completou.

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