Política

Julgamento no STF: "Impunidade não é opção para pacificação", diz Moraes

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Moraes destaca a importância do respeito à Constituição durante o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados  |   Bnews - Divulgação Reprodução / TV Justiça
Yuri Pastori

por Yuri Pastori

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 02/09/2025, às 09h40 - Atualizado às 09h40



O ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF) abriu a apresentação do relatório no julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) e mais sete réus sobre tentativa de golpe de Estado falando do respeito à Constituição e ao processo legal.  

Esse julgamento é mais um desdobramento do legítimo exercício pelo STF e de sua missão. O STF segue o mesmo rito processual, o mesmo respeito ao devido processo legal que foi seguido nas 1.630 ações penais ajuizadas pela PGR referentes à tentativa de golpe de Estado do dia 8 de janeiro de 2023", disse.

 Moraes acrescentou que a “história nos ensina que a impunidade, omissão e covardia não são opções para a pacificação”. Na leitura do relatório, ele citou cada um dos oito réus e os crimes atribuídos a eles pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Nesses momentos, a história nos ensina que a impunidade, a omissão e a covardia não são opções para a pacificação. O caminho aparentemente mais fácil — o da impunidade —, na verdade, deixa cicatrizes profundas na sociedade e corrói a democracia, como vimos no passado recente do Brasil”, destacou.

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