Política

Kiki Bispo atribui impasses entre prefeitura e entidades em greve a interesses políticos

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Vereador Kiki Bispo participou do "Se Liga, Bocão" nesta quinta-feira (7)  |   Bnews - Divulgação Reprodução/BNews
Carolina Papa

por Carolina Papa

carolina.papa@bnews.com.br

Publicado em 07/05/2026, às 19h06



O vereador Kiki Bispo (União Brasil) saiu em defesa do prefeito Bruno Reis (União Brasil) diante das constantes greves registradas em Salvador. Nesta quinta-feira (7), o líder do governo na Câmara Municipal de Salvador (CMS) atribui as dificuldades de diálogo com as categorias a questões políticas.

O início de maio em Salvador foi marcado pelo atraso na saída dos ônibus das garagens, em meio à campanha salarial dos rodoviários. Em 2025, professores da rede municipal promoveram uma greve de 60 dias, o que afetou cerca de 131 mil alunos na capital baiana.

“O aumento dos professores foi diferenciado. Enquanto a maioria dos servidores recebia aumento com base na inflação, os professores recebiam praticamente quase cinquenta por cento a mais. Era 4,7%, e os professores recebiam quase 6,8% de aumento. Então, é um tratamento diferenciado por entender a importância que têm os professores”, afirmou Kiki em entrevista ao programa "Se Liga, Bocão" na Baiana FM (89,3).

“Às vezes você tem no comando, e hoje isso ficou muito claro, uma briga muito evidente dentro da questão educacional do sindicato. Você tem a APLB e tem a ala ligada à política. Essa ala acaba dificultando o diálogo. Às vezes, quando você senta com a APLB, você consegue caminhar para uma composição. No entanto, a questão política ligada a essa outra turma não permite”, disse.

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