Política

Kiki Bispo defende Bruno Reis e destaca que Câmara decidirá reajuste

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Segundo o vereador o reajuste salarial será deliberado pela Câmara e que a influencia do prefeito é mínima  |   Bnews - Divulgação Devid Santana / BNews
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 20/05/2025, às 16h36



O vereador Kiki Bispo (União Brasil) defendeu o prefeito Bruno Reis (União Brasil), em entrevista ao Bnews, nesta terça-feira (20). Segundo o vereador, a intervenção do prefeito, no que tange a questão do reajuste salarial dos professores do município, é apenas apresentar a proposta, para que a Câmara Municipal delibere.

Kiki disse ainda que nos bastidores da Câmara existe uma força-tarefa que busca avançar nas conversas sobre o reajuste dos servidores que estão em greve.

“A gente pede a sensibilidade de alguns membros do sindicato para não partidarizar um tema tão importante como esse, até porque nós estamos em vias de aprova de um projeto importante mas que a gente tenha bom senso a gente pede sempre bom senso sensibilidade de ambos os lados para que a gente possa talvez a essa semana ainda votar essa matéria importante”, disse o vereador.

Kiki, que também é líder do governo municipal na Câmara, destacou ainda que o reajuste proposto pela prefeitura trata-se de um aumento que está acima da média, sendo maior do que o aumento proposto pelo governo do Estado e por outras prefeituras da capital baiana. Além disso, o vereador destacou que o secretário da Educação, Tiago Dantas e o secretário da gestão (Semge), Alexandre Tinoco, estão empenhados em escutar os professores e suas reivindicações.

Críticas aos sindicatos

Para Kiki, o sindicato tem a tendência de inflamar os sindicalizados de acordo com seu viés político. “A gente sabe, a gente entende, é do jogo da democracia, mas a gente também tem responsabilidade. Em nenhum momento faltou diálogo”, declarou Kiki, em resposta as acusações dos representantes sindicais.

“É bom ressaltar que o aumento está aí, o aumento está proposto, e vamos trabalhar, esgotar todo o esforço do diálogo e quem sabe amanhã ou quinta-feira a gente possa estar tratando a matéria aqui no plenário e o plenário é soberano para decidir”, concluiu.

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