Política
O candidato à prefeitura de Salvador pelo PSOL, Kleber Rosa, participou nesta segunda-feira (12) da sabatina realizada pelo portal g1 Bahia. Na oportunidade, o psolista aproveitou para esclarecer a sua fala que fala dada no Debate realizado pela TV Band, na última quinta-feira (8), de que nunca houve aliança do PSOL com o MDB, que acabou sendo criticada pelo ex-ministro Geddel Vieira Lima, um dos caciques emedebistas na Bahia.
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Segundo Kleber, o apoio dado a chapa formada no segundo turno das eleições de 2022 à chapa formada por Jerônimo Rodrigues (PT) e Geraldo Júnior (MDB) se deu para fazer oposição ao bolsonarismo.
"O que estava em jogo não era um modelo ou outro de governabilidade, mas, o que estava em jogo era o próprio futuro da democracia. Nós participamos do processo eleitoral nacional pela primeira vez apoiando o presidente Lula desde o primeiro turno”, disse.
“Nos estados, a gente manteve candidatura própria. Foi o caso da Bahia sobretudo porque existe de fato uma decisão do partido de não ter alianças com organizações ou com governo que tenham em seu conjunto partidos que tenham participado do golpe [contra a ex-presidente Dilma Rousseff]. Na verdade, o candidato do MDB, ele deu a entender de que eu apoiei ele na eleição de 2022. E o que eu disse foi o seguinte: 'a gente não te apoiamos. Nós apoiamos um projeto representado pela luta nacional contra o fascismo'. Se o candidato a governador fosse do MDB, nós não teríamos, por exemplo, feito campanha no segundo turno. Eu não falei de perspectiva de futuro”, acrescentou.
Já em relação a um apoio do PSOL com o MDB na eleição deste ano para a prefeitura de Salvador, Kleber acredita ser cedo e “desrespeitoso” ter esse tipo de conversa.
“Eu acho até desrespeitoso o candidato supor um apoio no segundo turno enquanto a gente tá disputando [o primeiro]. Não é respeitoso a gente tratar nenhum candidato dessa forma.”, afirmou.
"A gente antecipa um cenário que não tá posto ainda. A disputa agora é pra quem vai para o segundo turno. O que eu posso falar sobre qualquer cenário do segundo turno ´que qualquer é que eu sou dirigido e orientado pela federação PSOL/REDE. Então, a decisão num possível segundo turno em que a gente não esteja, não cabe a mim. Cabe ao meu partido e eu sigo a decisão o meu partido”, acrescentou.
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