Política
Publicado em 12/07/2024, às 15h10 Luana Neiva
A partir do próximo domingo (14), os supermercados da capital baiana passam a não cobrar mais o uso de embalagens plásticas. No entanto, segundo informações, estima-se que mais de 30 milhões de sacolas são consumidas por mês somente nos estabelecimentos da cidade.
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Entre as alternativas liberadas para distribuição gratuita, as embalagens classificadas como "biodegradáveis" podem ser uma saída contraditória levando-se em conta o principal motivo da legislação, que é a preservação ambiental.
"As sacolas biodegradáveis demoram de 2 a 10 anos para se decompor de forma espontânea, dependendo material e do ambiente a que fiquem expostas. Mesmo as (sacolas) biodegradáveis são muito poluentes, principalmente para o ambiente marinho", disse o professor do Senai-Cimatec de Salvador.
O presidente da Câmara Municipal Carlos Muniz (PSDB) é o autor da nova legislação sancionada e publicada no Diário Oficial do Município pelo prefeito Bruno Reis (UB), no dia 14 de junho, que altera a Lei Municipal 9.699, de 18 de maio de 2023.
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