Política

Lúcio Vieira Lima sobe o tom sobre demora de Jerônimo e crava: "MDB nunca deu motivo"

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Lúcio Lima acredita que a confirmação de Geraldo Júnior é questão de tempo e lealdade política.  |   Bnews - Divulgação Arquivo / Bnews
Carolina Papa e Daniel Serrano

por Carolina Papa e Daniel Serrano

carolina.papa@bnews.com.br

Publicado em 26/03/2026, às 18h38 - Atualizado às 18h39



O ex-deputado federal Lúcio Vieira  Lima (MDB) voltou a defender nesta quinta-feira (26) a presença do vice-governador Geraldo Júnior (MDB) na chapa majoritária do grupo governista nas eleições deste ano. A declaração foi dada durante a entrega da Comenda 2 de Julho ao ao diretor-presidente da Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA) e ex-presidente da Embasa, Leonardo Góes Silva. 

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Ao BNews, Lúcio defendeu a manutenção de Geraldinho na vice-governadoria seja por critérios de lealdade, políticos ou por "critérios estudos".  

"O governador, no critério dele, ainda não anunciou. Eu não tenho nada a dizer, até porque o MDB nunca foi chamado para tratar do tema. Eu tenho que ficar no aguardo e sabedor que o MDB nunca deu motivo, o Geraldinho nunca deu motivo, e por isso que eu tenho a certeza que Geraldo será confirmado na vice", disse. 

"Nos critérios políticos, nos critérios lealdade, nos critérios estudos, não tem outra opção. A não ser que seja questão pessoal de alguém, de alguma coisa, isso não diz respeito a mim. A mim cabe, como dirigente partidário, ter ajudado a eleição de Jerônimo, ter ajudado na governabilidade, ter indicado quadros que corresponderam a ajudar a governar.É o que cabe ao MDB. Então, a minha parte, a nossa parte do MDB foi feita com muita seriedade, com muita competência, com muita lealdade", acrescentou. 

Lúcio ainda desconversou com a demora do anúncio da chapa majoritária, que deve se estender até o fim da janela partidária.  

"Olha, aqui está a demora, não sou eu que estou achando. Você vê diversos dirigentes partidários achando que realmente a demora de apresentar a chapa está atrapalhando a formação das chapas proporcionais, porque cria uma incerteza", afirmou. 

"Eu continuo arregaçando as mangas, conversando com possíveis candidatos, a deputado estadual e deputado federal. Até porque eu tenho que fortalecer a minha chapa para que tenha uma chapa forte, como eu fiz na eleição passada, para apoiar o presidente Lula na sua reeleição", finalizou.

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