Política
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) saiu em defesa do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, que foi nomeado por ele. A manifestação de apoio vem depois que Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou os juros básicos da economia em 15%, a maior taxa desde 2006.
A atual Selic está mais elevada do que na época da gestão de Roberto Campos Neto, que era muito criticado pelo petista. Campos foi nomeado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A fala aconteceu nesta segunda-feira (30), durante o lançamento do Plano Safra 2025/2026.
“O Banco Central é independente. O Galípolo é um presidente muito sério e eu tenho certeza que as coisas vão ser corrigidas com o passar do tempo. Nós sabemos o que nós herdamos e nós não queremos ficar chorando o que herdamos. Queremos mostrar o que vai vir pela frente”, discursou o presidente.
Lula defendeu taxas de juros menores para o financiamento da atividade agropecuária. Ele falou durante o lançamento do Plano Safra para pequenos e médios produtores. O chefe do Planalto afirmou que “gostaria que todos os juros fossem zero”, mas que eles dependem do cenário econômico.
“O grande [produtor] tem máquina que a máquina sozinha é maior [em valor] que a propriedade de vocês. Que bom que ele tenha e que o governo financie. Que financie a taxa de juros mais barata. Eu gostaria que todos os juros fossem zero, mas ainda não depende da nossa política econômica, que não tem muito a ver com a taxação de juros”, disse o presidente.
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