Política
por Héber Araújo
Publicado em 14/04/2026, às 14h51
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a criticar os Estados Unidos, nesta segunda-feira (13), e defendeu que é problema do Brasil combater as facções criminosas. De acordo com o petista, o governo brasileiro tem dado importantes avanços no combate ao crime organizado, como no caso da aprovação da Lei Antifacção.
A declaração de Lula reforça a posição do governo brasileiro contra a intenção de classificar organizações como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como grupos terroristas. Para o governo federal, essa intenção do governo Donald Trump é vista como uma pretexto para os EUA realizarem intervenções militares no Brasil.
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“Nós temos clareza do que significa o PCC e o Comando Vermelho. Isso está tipificado na legislação brasileira, e nós vamos enfrentar essa gente. Nós aprovamos agora a Lei Antifacção, que vai permitir ter uma atuação muito mais poderosa para tentar destruir essas organizações. Essa é uma guerra que é nossa, essa guerra não é dos Estados Unidos”, declarou o governador.
Entretanto, Lula não descartou a possibilidade de fazer uma colaboração com os EUA, a fim de fortalecer o combate ao tráfico de drogas e armas. Conforme afirmou ele, a parceria entre os países só seria possível se Trump respeitasse os limites e a soberania brasileira.
“Parte das armas clandestinas que chegam ao Brasil vem dos Estados Unidos, e a Polícia Federal tem isso documentado porque já fez muitas apreensões. Então, à medida que o presidente Trump queira jogar sério, o Brasil será parceiro, com a nossa Polícia Federal, com o nosso Ministério Público, com a nossa Receita Federal, com aquilo que a gente puder a gente vai participar, porque nós queremos derrotar o crime organizado”, completou.
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