Política
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve uma recepção calorosa de apoiadores em Nova York, nos Estados Unidos, nesta segunda-feira (22).
Após participar de um evento da Assembleia Geral da ONU, um grupo o aguardava do lado de fora. O mandatário foi recebido com aplausos, bandeiras do PT e gritos de “Brasil soberano!”.
Lula sorriu, aproximou-se do público, cumprimentou apoiadores e apertou mãos, enquanto uma idosa se emocionou às lágrimas ao vê-lo. A cena de forte simbolismo marcou o primeiro dia da agenda do presidente nos Estados Unidos, que inclui reuniões bilaterais e discursos sobre democracia, clima e soberania nacional.
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Relação estremecida
A viagem de Lula aos EUA acontece no momento mais turbulento da relação entre o Brasil e o país norte-americano. Desde junho, o governo de Donald Trump impôs uma série de sanções ao Brasil.
As mais recentes aconteceram nesta segunda. A esposa do ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF), Viviane Barci de Moraes, foi enquadrada na Lei Magnitsky. Assim como o marido, ela está impedida de fazer transações com cidadãos e empresas dos EUA. As sanções também congelam os bens e contas bancárias do casal em solo estadunidense.
Além disso, o advogado-geral da União, Jorge Messias, teve seu visto revogado, junto com outras cinco autoridades brasileiras ligadas ao judiciário.
As sanções fazem parte da estratégia de retaliação do governo de Donald Trump contra a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro, aliado do presidente dos EUA, a 27 anos de prisão por golpe de Estado.
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