Política

Lula toma decisão sobre acordo de paz após impasse entre Ucrânia e Rússia; entenda

Marcelo Camargo / Agência Brasil
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defende diálogo entre os países  |   Bnews - Divulgação Marcelo Camargo / Agência Brasil

Publicado em 16/06/2024, às 16h20   Redação



O Brasil não assinou o comunicado final da Cúpula para a Paz na Ucrânia, neste domingo (16), na Suíça. De acordo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a decisão ocorreu “porque não é possível ter uma briga entre dois e achar que se reunindo só com um, resolve o problema”. 

Lula não participou do evento. No sábado (15), ele informou, em entrevista à imprensa, a Itália, que só participaria do evento caso a Rússia e a Ucrânia “sentassem à mesa” para um acordo. 

“Como ainda há muita resistência, tanto do Zelensky, quanto do Putin, de conversar sobre paz, cada um tem a paz na sua cabeça, do jeito que quer, e nós estamos, depois de um documento assinado com a China, pelo Celso Amorim e pelo representante do Xi Jinping, estamos propondo que haja uma negociação efetiva”, disse Lula diante do impasse entre os países.

Neste domingo, o Brasil enviou a embaixadora do Brasil na Suiça, a diplomata Claudia Fonseca Buzzi. O mandatário defende que haja um consenso para o cessar-fogo entre os países. 

“Que a gente coloque, definitivamente, a Rússia na mesa, o Zelensky na mesa, e vamos ver se é possível convencê-los de que a paz vai trazer melhor resultado do que a guerra. Na paz, ninguém precisa morrer, não precisa destruir nada. Não precisa vitimar soldados inocentes, sobretudo jovens, e pode haver um acordo. Quando os dois tiverem disposição, estamos prontos para discutir”, acrescentou o petista. 

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