Política

Mais de 100 brasileiros ficam retidos no Caribe após prisão de Maduro; entenda

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Passageiros relatam falta de informações e apoio da Gol após suspensão de voos com a prisão de Maduro  |   Bnews - Divulgação Reprodução/ Metropoles
Bruna Rocha

por Bruna Rocha

Publicado em 04/01/2026, às 15h57 - Atualizado às 18h40



Cerca de 100 brasileiros estão retidos desde o último sábado (3) no Aeroporto Internacional Rainha Beatrix, em Aruba, no sul do Caribe, ao norte da costa da Venezuela, após o fechamento do espaço aéreo venezuelano, ocorrido depois da prisão do presidente deposto Nicolás Maduro.

O mandatário foi retirado do cargo pelos Estados Unidos, por determinação do presidente Donald Trump, que enviou uma força militar e ordenou um ataque a Caracas, capital da Venezuela.

Os brasileiros deveriam deixar o país caribenho às 23h (horário local), mas o voo com destino ao Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) foi cancelado porque sobrevoaria o espaço aéreo venezuelano.

Segundo informações do site Metrópoles, a empresária Fernanda Souza, de 30 anos, relatou que soube do cancelamento por meio de um e-mail enviado pela companhia aérea Gol.

“Estamos em um grupo de aproximadamente 100 brasileiros. Fomos ao aeroporto ontem e não havia nenhum guichê ou funcionário da Gol para nos dar qualquer informação”, afirmou.

Ela também relatou que alguns passageiros conseguiram ser realocados em voos posteriores, mas nem todos. Além disso, apontou a falta de apoio da companhia aérea.

Procurada pela reportagem, a Gol informou que já enviou uma aeronave para trazer os brasileiros de volta ao país, com destino final ao aeroporto de Guarulhos.

“Eles já foram avisados e estão recebendo o apoio necessário”, afirmou a companhia. No entanto, a empresária negou que isso tenha ocorrido. “Nem torrada e água no aeroporto. Nem funcionário da Gol existe no aeroporto”, pontuou Fernanda.

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