Política

Márcio Marinho se esquiva sobre Operação Overclean: “Não sou justiça”

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Operação Overclean que apontou para uma série de nomes ligados ao União Brasil  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Vídeo
Thiago Teixeira

por Thiago Teixeira

thiago.teixeira@bnews.com.br

Publicado em 18/12/2024, às 21h00



O presidente do Republicanos na Bahia, deputado federal Márcio Marinho, se esquivou quando questionado sobre os desdobramentos da Operação Overclean que apontou para uma série de nomes ligados ao União Brasil, sigla na qual o Republicanos possui aliança e ampliou seu quadro de vereadores nas eleições deste ano. 

Durante a cerimônia de diplomação dos eleitos em Salvador, nesta quarta-feira (17), promovida pelo Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), o republicano afirmou que não vai emitir opinião sobre o assunto.

“Veja, primeiro dizer que tudo está indo em investigação, não existe nenhuma coisa conclusa, né?  A gente não pode nem emitir nenhum tipo de opinião em relação ao que está acontecendo. Agora aqueles que realmente fizeram alguma coisa fora do padrão, fora do que é republicano, certamente que a investigação vai mostrar quem é quem. Eu não posso emitir nenhuma opinião porque não sou justiça e nem tampouco vou condenar e nem absorver ninguém, por isso eu tenho os órgãos de justiça para fazer isso, portanto vamos estar aqui atentos esperando que tudo seja esclarecido”, afirmou o Márcio Marinho.

Além de Luiz Carlos, Ireuda Silva, Júlio Santos — que foram reeleitos à Câmara Municipal — Kel Torres também foi eleito para seu primeiro mandato pelo Republicanos.

Veja a entrevista completa:

Operação Overclean

No total, a operação cumpre 43 mandados de busca e apreensão em cinco estados: Bahia, Tocantins, São Paulo, Minas Gerais e Goiás. Além disso, foram sequestrados R$ 162.379.373,30, provenientes das fraudes, e bens como aeronaves, imóveis de alto padrão, barcos e veículos de luxo. O afastamento de oito servidores públicos envolvidos no esquema também foi determinado.

As investigações indicam que os envolvidos desviaram grandes quantias de dinheiro, principalmente por meio de contratos com o DNOCS, além de estarem envolvidos em fraudes em diversos outros setores públicos.

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