Política
A Marinha afirma que o desenvolvimento do submarino nuclear Álvaro Alberto (SN-10) pode sofrer paralisações parciais caso o programa não receba cerca de R$ 1 bilhão adicional em 2026. O valor é considerado mínimo para manter o ritmo do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub).
Sem o reforço orçamentário, áreas críticas podem ser interrompidas, o que ampliaria atrasos no cronograma — hoje estimado para 2037 — e colocaria em risco equipes especializadas que trabalham no Complexo Naval de Itaguaí e no Laboratório de Geração Nucleoelétrica (Labgene).
No âmbito do Prosub, o Brasil já desenvolveu quatro submarinos convencionais da classe Riachuelo — Riachuelo (S-40), Humaitá (S-41), Tonelero (S-42) e Almirante Karam (S-43). Dois já estão em operação e outros dois estão em fase final de testes.
O salto para um modelo de propulsão nuclear é considerado estratégico por permitir maior autonomia submersa, mais velocidade e capacidade de patrulhar áreas marítimas por longos períodos.
A discussão sobre investimentos em defesa ganhou força no governo após o aumento da percepção de instabilidade regional. Na segunda-feira (9.mar.2026), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o país precisa reforçar sua capacidade militar para evitar riscos à soberania.
O debate se intensificou depois da captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro durante uma operação militar dos Estados Unidos em janeiro. As informações são do Poder360.
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