Política

Marta Rodrigues rebate criticas de Bruno Reis e diz que “ele não se preocupa com o conforto ambiental da população"

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Marta Rodrigues criticou as declarações do prefeito Bruno Reis sobre a falta de atuação do proativa do governo nos parques urbanos da capital baiana  |   Bnews - Divulgação Bnews
Bruna Rocha e Yuri Pastori

por Bruna Rocha e Yuri Pastori

redacao@bnews.com.br

Publicado em 29/04/2025, às 14h00 - Atualizado às 18h00



Presente nas obras de reforma da antiga Estação da Calçada, em Salvador, nesta terça-feira (29), a vereadora Marta Rodrigues (PT) criticou, em entrevista ao Bnews, as declarações do prefeito Bruno Reis (União Brasil) sobre a falta de atuação proativa do governo nos parques urbanos da capital baiana. 

Ele deveria, enquanto prefeito, é quem mais deveria conhecer e saber disso. O parque de Pituaçu está em obras, a Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (CONDER) está atuando junto a Scretária de Meio Ambiente (SEMA), e o Jardim Zoológico também está quase pronto para ser entregue após a reforma, talvez em menos de um mês. O parque do Abaeté também está em obras; é só passar por lá para ver que tudo está cercado com tapumes, e as obras estão em andamento”, disse

“No São Bartolomeu, as obras estão sendo realizadas diariamente. Recentemente, o governador esteve lá durante o aniversário da cidade, apresentando todas as questões relacionadas ao saneamento e aos investimentos, e visitou a Lagoa de Oxum”. 

Ainda segundo a parlamentar, o prefeito precisa se preocupar com a “emergência climática que estamos vivendo” e também fez críticas à venda da área próxima ao Circo Picolino, em Patamares.

São coisas graves relacionadas à emergência climática que estamos vivendo, como o calor intenso e a sensação térmica elevada, e ele não se preocupa com a questão do conforto ambiental”, afirma. 

“Ele está falando sobre um oceanário e já parece ter um leilão em mente, como se houvesse um jogo combinado sobre o que vai acontecer. Isso me estranha bastante. O prefeito não envia o PDDU para a Câmara, e eu me pergunto por que ele não manda para que possamos conhecer e discutir. O Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano já está com a validade vencida. Ele sempre menciona que seguirá o que está no Estatuto da Cidade, que permite até 10 anos, mas tanto o PDDU quanto a LOM, a Lei Orgânica do Município, estabelecem um prazo de 8 anos. Essas são leis nossas, que foram encaminhadas pelo Executivo à Câmara e aprovadas. É sobre isso que precisamos falar", concluiu a vereadora. 

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