Política
por Rafael Albuquerque e Davi Lemos
rafaelalbuquerque@bnews.com.br
Publicado em 29/05/2025, às 19h39 - Atualizado às 21h00
O vereador Maurício Trindade (PP), ao comentar nesta quinta-feira (29) a invasão à Câmara Municipal de Salvador ocorrida na quinta-feira (22) avaliou que os atos promovidos por sindicalistas soteropolitanos foram mais graves que os praticados em 8 de Janeiro de 2023, em Brasília.
"Foi um crime contra a democracia, um assunto muito mais grave do que aconteceu em Brasília, onde o Congresso no dia estava fechado. Houve apenas uma depredação. Em Salvador, a primeira Casa Legislativa do Brasil, além de depredado, invadido, foi proibida pelos manifestantes a entrada da imprensa, onde você mostrou claramente que foi uma coisa orquestrada apenas por motivo político", disse o vereador.
O edil que integra a base do prefeito Bruno Reis disse que foi dado o que as categorias de servidores pediram. "Não foi dado no volume que eles queriam, 50%, que não existe isso, mas Salvador foi a capital que deu o maior aumento do Brasil, apenas uma quantidade pequena ainda que através das emendas o prefeito está resolvendo. Então foi altamente injusto [...] nós falamos que o 22 de maio foi muito pior do que o 8 de Janeiro, porque foi proibida a entrada da imprensa, teve agressões verbais, teve agressões físicas, teve danos ao patrimônio", rememorou o parlamentar.
Maurício Trindade também citou o enfretamento dos manifestantes contra a Polícia Militar. "Os vereadores foram encurralados e tentaram que não houvesse sequer votação, ou seja, queriam impedir a democracia, e nós de maneira transparente com todos os vereadores presentes decidimos que deveria ter a votação e fizemos a votação com todo o rito democrático de leitura das emendas, votação", comentou Trindade, ao dizer que a votação só não ocorreu no plenário porque a Polícia Militar indicou que não haveria segurança.
Classificação Indicativa: Livre
som poderoso
Som perfeito
Smartwatch top
Qualidade JBL
iPhone barato