Política
O Ministério do Turismo nomeou Derivaldo Domingos de Mendonça Neto como o novo diretor do Departamento de Marketing, Eventos e Expansão Digital. O que chama a atenção é o “currículo enxuto” de Mendonça Neto. As informações são da coluna de Daniela Lima, no portal Uol.
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De acordo com a publicação, até o dia 26 de janeiro, Derivaldo era assessor parlamentar do deputado Damião Feliciano (União Brasil), com um salário de cerca de R$ 10 mil. Antes da atividade parlamentar, a única experiência formal do novo diretor de marketing do Ministério do Turismo era como assistente de vendas de uma empresa chamada Copobras, na Paraíba, especializada na venda de artigos descartáveis e embalagens plásticas.
Além disso, o currículo de Derivaldo conta apenas com um estágio no Instituto de Previdência de João Pessoa, entre 2014 e 2016.
No Departamento de Marketing, Eventos e Expansão Digital do Ministério do Turismo, ele terá à disposição um orçamento de quase R$ 25 milhões.
Derivaldo foi escolhido para o cargo pelo atual ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, filho do deputado Damião Feliciano (União Brasil-PB).
A falta de experiência do novo diretor de Marketing, Eventos e Expansão Digital da pasta tem preocupado servidores e parceiros que tinham negócios com o Ministério. O principal receio é com o andamento e execução dos projetos já alinhados.
Desde o início do terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vem tendo uma relação de proximidade com o União Brasil. O primeiro nome do parido a comandar a pasta foi Daniela Carneiro, que ficou no cargo até julho de 2023. Ela foi exonerada para dar lugar a um nome de consenso da bancada do partido no Congresso.
Em seguida, Celso Sabino assumiu o comando do Ministério do Turismo com a missão de entregar os votos do União Brasil na Câmara. No entanto, ele acabou rompendo com o partido após o anúncio da federal União Progressista, formada pelo União Brasil e pelo PP. Após a aliança, as duas legendas anunciaram a saída da base do governo Lula e exigiram que os filiados deixassem os cargos.
Sabino resistiu em sair e acabou sendo expulso do União Brasil. Em dezembro de 2025, ele entregou o cargo, após o União Brasil intensificar a pressão para retomar o controle "oficial" da vaga.
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