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Ministro diz que os EUA mataram maioria dos seguranças de Maduro

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Ministro Vladimir Padrino López afirma que muitos da equipe de Maduro foram mortos durante intervenção militar dos EUA  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes sociais
Bruna Rocha

por Bruna Rocha

Publicado em 04/01/2026, às 14h55 - Atualizado às 17h36



O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López, afirmou neste domingo (4) que “grande parte” da equipe de segurança do presidente Nikolas Maduro, retirado do cargo por uma intervenção militar dos Estados Unidos, sob a gestão do presidente Donald Trump, foi morta durante a operação. “Houve o assassinato a sangue frio de grande parte de sua equipe de segurança, além de soldados e civis inocentes”, declarou López em um pronunciamento em vídeo.

Maduro foi retirado à força de Caracas, junto à esposa Cilia Flores. Com a saída do presidente, quem assumiu o governo venezuelano foi a vice-presidente do país, Delcy Rodríguez, que declarou que a Venezuela não irá se render aos Estados Unidos.

Segundo a procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, o governo norte-americano já formalizou denúncias por narcotráfico contra o presidente venezuelano.

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Em publicação na rede social X, a procuradora-geral afirmou que Maduro e Cilia Flores enfrentarão “todo o rigor da lei” em solo americano, perante tribunais dos Estados Unidos, indicando que a custódia do casal já é considerada uma realidade jurídica para Washington.

De acordo com Pam Bondi, o processo tramitará no Distrito Sul de Nova York e se baseia em quatro acusações criminais:

  • Conspiração para narcoterrorismo: acusação de liderar uma organização que utiliza o tráfico de drogas como instrumento político e financeiro para desestabilizar a região e financiar atividades ilícitas;
  • Conspiração para importação de cocaína: suposto envolvimento direto na logística de envio de toneladas de entorpecentes para os Estados Unidos, por meio do chamado Cartel dos Sóis;
  • Uso e posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos: referente ao uso de armamento pesado por grupos paramilitares sob o comando de Maduro para proteger rotas do tráfico e manter controle coercitivo;
  • Conspiração para posse de armamento pesado: articulação para adquirir e manter arsenais de guerra com o objetivo de sustentar operações de narcotráfico internacional.

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