Política
por Daniel Serrano
Publicado em 27/10/2025, às 15h51 - Atualizado às 15h51
A defesa do ex-presidente Fernando Collor de Mello encaminhou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, uma petição em que explica o motivo de a tornozeleira eletrônica ter passado 36 horas desligada.
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De acordo com os advogados de Collor, a tornozeleira ficou desligada por falta de bateria, entre 9h05 do dia 2 de maio e 21h23 do dia 3 de maio, nos primeiros dias de prisão domiciliar do ex-presidente. A defesa do ex-mandatário disse ainda que o episódio “não passou de um incidente involuntário”.
"Não há qualquer razão plausível para se cogitar que o peticionante [Collor], beneficiado com a prisão domiciliar humanitária, descumpriria intencionalmente as medidas cautelares já no primeiro dia. O caso, com todo o respeito, não passou de um incidente involuntário, decorrente de informações truncadas repassadas ao monitorado", disse a defesa.
A Secretaria de Ressocialização e Inclusão Social de Alagoas, que auxilia na execução da pena, só comunicou o STF sobre o desligamento do aparelho neste mês, fazendo com que Moraes pedisse esclarecimentos.
Fernando Collor foi condenado a 8 anos e 10 meses por corrupção e lavagem de dinheiro em desdobramento da Lava Jato. Entre 2010 e 2014, quando era senador, ele teria recebido R$ 20 milhões para beneficiar a UTC Engenharia em contratos com a BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras, para construir bases de distribuição de combustíveis.
O ex-presidente está preso em regime domiciliar desde maio deste ano, após a defesa alegar que ele tem doença de Parkinson, apneia do sono grave e transtorno bipolar. Collor é monitorado por tornozeleira eletrônica.
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