Política

Moraes dá prazo para PGR se manifestar sobre indiciamento de Flávio por calúnia contra Lula

Ricardo Stuckert/PR - Jefferson Rudy/Agência Senado
A Polícia Federal concluiu que Flávio Bolsonaro cometeu crime de calúnia ao associar Lula a Nicolás Maduro em publicações  |   Bnews - Divulgação Ricardo Stuckert/PR - Jefferson Rudy/Agência Senado
Yuri Pastori

por Yuri Pastori

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 29/06/2026, às 12h25 - Atualizado às 12h37



A PGR (Procuradoria-Geral da República) terá um prazo de 15 dias para se manifestar sobre a conclusão da Polícia Federal (PF) de que o senador Flávio Bolsonaro (PL) cometeu crime de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A determinação é do ministro do STF (supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.

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A decisão de sexta-feira (26) foi publicada no processo nesta segunda-feira (29). A investigação teve início após um pedido do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A pasta apontou que Flávio publicou, em 3 de janeiro deste ano, imagens que associavam o então presidente da Venezuela, o ditador Nicolás Maduro, ao presidente Lula.

Nas publicações, o filho de Jair Bolsonaro escreveu: “Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas...”.

Os advogados de Flávio Bolsonaro apresentou em sua defesa uma série de requerimentos pedindo a oitiva de testemunhas. Os nomes solicitados incluíam a líder da oposição venezuelana María Corina Machado, o procurador-geral dos Estados Unidos Walter Joseph Clayton, o senador Sérgio Moro, o ex-procurador Deltan Dallagnol, e o próprio presidente Lula.

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