Política
A Polícia Federal (PF) pediu que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decrete a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em julho.
Na representação enviada ao Supremo, a PF argumentou que Jair Bolsonaro articulava a imposição de sanções pelos Estados Unidos (EUA) contra autoridades brasileiras.
De acordo com a CNN, A avaliação feita pela corporação é que as ações de Bolsonaro seriam interrompidas, somente, após a sua prisão preventiva.
Alexandre de Moraes pediu para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestasse diante do pedido. O procurador-geral, Paulo Gonet, divergiu do delegado da Polícia Federal.
Para Gonet, a prisão seria uma “medida drástica” diante outras opções cautelares, mas concordou com a existência de indicativos da concreta possibilidade de fuga de Bolsonaro, além de atividades para a obstrução do curso da ação penal.
“A situação descrita revela necessidade urgente e indeclinável, apta para justificar a imposição de novas medidas cautelares que possam assegurar a aplicação da lei penal e evitar a fuga do réu”, escreveu Gonet.
A prisão domiciliar de Jair Bolsonaro foi decretada na segunda-feira em 4 de agosto. O entendimento de Alexandre de Moraes é que o ex-presidente descumpriu as medidas cautelares impostas como em julho como proibição do uso de redes sociais, inclusive de terceiro, e recolhimento noturno.
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