Política
O advogado Geraldo Quintão morreu nesta sexta-feira (28) aos 89 anos. A informação foi confirmada pela Advocacia Geral da União (AGU), da qual Quintão foi advogado-geral da União entre 1993 e 2000. Quintão foi indicado para chefiar a AGU pelo ex-presindente Itamar Franco e permaneceu no cargo até metade do segundo mandato Fernando Henrique Cardoso.
Quintão deixou a AGU em 2000 e foi substituído por Gilmar Mendes, atual ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Após deixar de ser advogado-geral da União, Geraldo Quintão foi ministro da Defesa até 2003. A causa da morte do advogado não foi divulgada.
A AGU lamentou a morte do ex-ministro e afirmou que Quintão deixou um “legado de inestimável valor, pautado na competência, ética e no comprometimento com o bem público”.
Confira a nota de pesar da AGU:
“É com imenso pesar que a Advocacia-Geral da União informa o falecimento do Dr. Geraldo Magela da Cruz Quintão, que exerceu a função de Advogado-Geral da União, ocorrido na data de hoje.
O Dr. Geraldo Quintão dedicou sua trajetória à advocacia pública e ao Brasil, deixando um legado de inestimável valor, pautado na competência, ética e no comprometimento com o bem público. Durante sua atuação como Advogado-Geral da União, foi fundamental para a afirmação da AGU como uma instituição essencial na defesa do Estado e da sociedade brasileira, sempre guiado por princípios de justiça e responsabilidade.
À frente do Ministério da Defesa, deixou um legado de diálogo, equilíbrio e defesa dos valores democráticos, na busca do bem comum e da estabilidade institucional.
Seu modelo de liderança e empenho continuará a motivar as futuras gerações de advogados públicos. A AGU manifesta sua solidariedade a familiares e amigos neste momento de tristeza e agradece pela significativa contribuição do Dr. Geraldo Quintão ao fortalecimento da advocacia pública e do Estado brasileiro”.
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