Política
A morte de Nana Caymmi ocorrida na última quinta-feira (1º) não foi comentada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que costuma lamentar publicamente a morte de artistas.
Clique aqui e se inscreva no canal do BNews no YouTube!
Quando o assunto era política, Nana costumava divergir de seus colegas da cultura. Em 2002, ela participou de um jingle da campanha de José Serra (PSDB) à Presidência da República. Ela também tinha uma postura crítica ao PT e já apoiou o ex-presidente Jair Bolsonaro.
“É injusto não dar a esse homem um crédito de confiança. Um homem que estava fodido, esfaqueado, correndo para fazer um ministério, sem noção da mutreta toda… Só de tirar PMDB e PT já é uma garantia de que a vida vai melhorar. Agora vêm dizer que os militares vão tomar conta? Isso é conversa de comunista”, disse Nana em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, em 2019.
Na ocasião, ele também criticou publicamente Gilberto Gil, com quem foi casada, além de Caetano Veloso e Chico Buarque. “Vão para o Paraná fazer companhia a ele. Eu não me importo”, declarou, ao se referir à prisão de Lula em Curitiba.
Nana morreu aos 84 anos, em decorrência de falência múltipla dos órgãos. Ela estava internada na Casa de Saúde São José, no Rio de Janeiro, desde agosto do ano passado, para tratar uma arritmia cardíaca e implantar um marca-passo.
Classificação Indicativa: Livre
Qualidade Stanley
Cupom de lançamento
Imperdível
Super desconto
Café perfeito