Política

MPF manda Polícia Federal investigar Pablo Marçal; saiba motivo

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Irregularidade foi cometida no dia 5 deste mês, quando o coach esteve na Câmara dos Deputados  |   Bnews - Divulgação Reprodução
Daniel Serrano

por Daniel Serrano

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Publicado em 13/06/2024, às 08h47



O procurador da República, Athayde Ribeiro Costa, encaminhou, na última quarta-feira (12) um pedido a Polícia Federal (PF) para que a corporação investigue o coach Pablo Marçal (PRTB), pré-candidato a prefeito de São Paulo.

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Na ação, o procurador acusa o coach de ter usado de forma irregular um broche de uso exclusivo de deputados nas dependências da Câmara dos Deputados. Com isso, Marçal será investigado por falsificação do selo ou sinal público, crime previsto no artigo 296 do Código Penal. A pena prevista é de dois a seis anos de reclusão e multa.

“Verifica-se que a conduta ocorrida nas dependências do Congresso Nacional, especificamente na Comissão de Ética da Câmara dos Deputados, pode, em tese, amoldar-se à conduta descrita no tipo penal do art. 296, § 1º, II, do Código Penal (...) Há, contudo, a necessidade de aprofundamento das investigações, a fim de comprovar a materialidade e a autoria do possível delito noticiado”, diz o procurador no documento.

Marçal usou broche no último dia 5 deste mês, quando este na Câmara dos Deputados para participar da sessão do Conselho de Ética da Casa que julgava o deputado federal André Janones (Avante) pelo crime de “rachadinha”. O parlamentar acabou sendo absolvido.

Na oportunidade, Marçal revelou que um deputado o havia cedido o broche. No entanto, o coach não identificou o parlamentar. O adorno é entregue a todos os 513 deputado durante a cerimônia de posse e permite que os parlamentares circulem livremente pelas dependências da Câmara.

Classificação Indicativa: Livre

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