Política

Mulher do Deputado Pedro Paulo se pronuncia sobre vídeo íntimo

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Deputado chegou a pedir para não disputar a eleição ao lado de Eduardo Paes  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes Sociais
Melissa Lima

por Melissa Lima

melissa.lima@bnews.com.br

Publicado em 24/07/2024, às 20h44



A esposa do deputado federal Pedro Paulo (PSD-RJ), Tati Infante, falou pela primeira vez sobre o vídeo íntimo que motivou o marido a desistir de concorrer como vice na chapa do prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), na eleição deste ano.

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Ela garantiu que os dois estavam separados quando Pedro foi gravado em momento íntimo numa ligação de vídeo com outra mulher, e ainda opinou que seria uma “bobagem” ele desistir de disputar a eleição por causa disso. 

"Eu acho uma besteira ele desistir de ser vice por conta de um episódio que aconteceu em 2020, período em que estávamos separados, numa crise. Eu tive meu “tiricutico”, ele também. E ele caiu numa armadilha, numa armação onde fez uma ligação de chamada com uma pessoa, que gravou ou tirou print dessa ligação e, quase cinco anos depois, está usando isso contra ele", alegou.

Tati Infante reforçou diversas vezes apoia a participação do marido nas eleições.

"Entendo o lado dele de querer preservar a família, recuar para não vir isso à tona, mas do meu lado está tudo certo. Eu apoio ele, é o sonho dele, o trabalho dele. Não roubou, não matou, é uma coisa de cunho pessoal. A partir do momento em que casei com um político, sei que o jogo é sujo, é duro, ainda mais em ano de campanha", disse.

O posicionamento da mulher coirrobora com a teoria de que a desistência de Pedro seria uma estratégia dele e de Paes para entender a dimensão da repercussão do caso. Segundo O GLOBO, muitos aliados e até adversários consideram que o deputado ainda não está fora do páreo.

O vídeo de Pedro Paulo foi usado como chantagem, pressionando a prefeitura a conseguir cargos para os envolvidos na história, que tinham a gravação em mãos. Por outro lado, um amigo da mulher que o gravou, o líder comunitário Allan Oliveira, que também teria se beneficiado de cargos, fez registros de ocorrência na Polícia Civil para relatar que estaria sendo ameaçado pela atual secretária de Ação Comunitária de Paes, Marli Peçanha.

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