Política
As atividades da Câmara Municipal de Salvador (CMS) foram oficialmente aberta e, nesta terça-feira (3), o presidente da Casa, vereador Carlos Muniz (PSDB), revelou quais são as prioridades do novo ano legislativo. Segundo ele, o PDDU é o principal projeto a ser debatido, assim como a proposta de segurança pública.
Muniz ainda afirmou que, pelo menos, 30% dos vereadores devem deixar a CMS em busca da corrida eleitoral, porém, ele garantiu que esse afastamento não vai causar atrasos ou atrapalhar o ano legislativo municipal.
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“O projeto de segurança pública vai ser votado agora em março. Nós estamos dando 30 dias para que os vereadores possam estudar o projeto, e apresentar emendas que possam ser votadas em plenário”, disse o presidente da CMS.
“Sobre o PDDU, nós vamos aguardar o estudo que está sendo feito pela FGV [Fundação Getúlio Vargas] para que o mais rápido possível vá para o Executivo Municipal e que seja enviado para a Câmara Municipal. O povo de Salvador pode ficar tranquilo, que nós não vamos votar o PDDU açodadamente”, completou.
Segundo ele, antes da votação serão desenvolvidas audiências públicas, que serão realizadas nas prefeituras bairro e no plenário da Câmara. Ao todo, serão 20 audiências realizadas durante todo o debate do projeto.
Questionado sobre o afastamento de alguns vereadores durante o período eleitoral deste ano, Muniz garantiu que todo o cronograma de votação deste ano já foi orquestrado. “Toda votação que beneficie a população de Salvador será feita o mais rápido possível, com o conhecimento da oposição, para que apresente as devidas emendas”.
“Está tudo ajustado e planejado para que não tenhamos problemas nesse ano eleitoral”, concluiu.
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