Política
por Carolina Papa e Daniel Serrano
Publicado em 02/03/2026, às 15h37 - Atualizado às 15h37
O vereador Alexandre Aleluia (PL) detalhou como serão os desafios de comandar a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Municipal de Salvador (CMS).
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Em conversa com a imprensa durante a sessão desta segunda-feira (2), o edil destacou a experiência anterior de quatro anos à frente do colegiado. Aleluia garantiu que vai conduzir os trabalhos com equilíbrio e respeito à Constituição.
"Eu tenho alguma experiência lá na Comissão de Comissão de Justiça, presidi por quatro anos, e eu sei que são muitas pressões, são muitos pontos de vista de vereadores, ideologias diferentes, inclusive, e que a gente tem que respeitar, tem que escutar todo mundo e afunilar para uma deliberação", disse.
"Eu sei que alguns são mais polêmicos, tem diversos pontos de vista. A função do presidente, além de ser uma espécie de juiz nesse processo, é também deixar os membros bem ligados ao fito da Comissão, que é o respeito à Constituição Federal", acrescentou.
Aleluia ainda chamou a atenção para projetos que considera polêmicos que serão analisados pelo colegiado, como o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU).
"Eu sei que a gente tem alguns projetos mais polêmicos, como o PDDU, que eu diria que é o projeto mais importante. Importante da legislatura, mas o que eu posso garantir é que todos serão escutados, as audiências públicas irão acontecer, tanto caso seja necessário a nossa, na CCJ, como também na Comissão de Planejamento. Então as entidades de classe, a sociedade civil também será escutada e nós termos pelo melhor para a cidade", afirmou.
Aleluia também comentou sobre como deverá ser a sua relação com a vereadora Aladilce Souza (PCdoB), que integra a bancada de oposição e assumiu a vice-presidência da CCJ.
"Ela foi membra da CCJ enquanto eu fui presidente por quatro anos. A gente se dá bem, eu sei que ela pensa diferente de mim, sempre deixo falar, sempre deixo fazer a posição dela. Às vezes ela até lê voto separado, eu acho que isso é importante. Não tem nenhum estresse em relação a isso, faz parte do processo legislativo", disse.
"Não é a ditadura, é o momento de escutar as partes e atingir o melhor possível. [Aladilce] é uma uma vereadora que conhece o regimento o que me faz também estudar o regimento, o que me fez estudar o regimento bastante nesses quatro anos que eu fui presidente isso acaba engrandecendo o processo", finalizou.
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