Política
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL/MG) se posicionou nesta quarta-feira (26) após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ter dado prazo de 24 horas para que ele se explicasse sobre ter usado um celular durante visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro, na sexta-feira (21), quando o ex-mandatário ainda cumpria prisão domiciliar, em Brasília. Nikolas disse que o procedimento pedido por Moraes é "patético".
"A visita ao presidente Bolsonaro ocorreu dentro da normalidade da minha atividade parlamentar. Meu celular estava comigo para uso pessoal e não foi usado para comunicação externa. Não recebi orientação sobre proibição do aparelho. As proibições dizem muito sobre o estado do país", escreveu Nikolas, no X. O flagra do uso do celular foi feito por um drone da Rede Globo, que filmava a residência de Jair Bolsonaro
Ele ironizou: "Além de que criminosos usam celular na cadeia para comandar facções inteiras e ninguém da Suprema Corte dá 24h pra explicar nada. Mas celular de visita agora vira caso de 'gravidade institucional'. Não é justiça, é teatro pra intimidar. Patético".
A visita ao presidente Bolsonaro ocorreu dentro da normalidade da minha atividade parlamentar. Meu celular estava comigo para uso pessoal e não foi usado para comunicação externa. Não recebi orientação sobre proibição do aparelho. As proibições dizem muito sobre o estado do país.… pic.twitter.com/9d1Dr96HGY
— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) November 26, 2025
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