Política
Publicado em 28/11/2024, às 20h32 - Atualizado às 20h32 Redação
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que o pacote fiscal do governo pretende moralizar o país. Ele ainda defendeu que os mais ricos banquem a isenção no IR (Imposto de Renda) até a faixa de R$ 5.000. Na ocasião, o presidente afirmou que “ninguém pode ser malandro a ponto e receber um benefício ao qual não tem direito”, e defendeu um pente-fino em programas sociais anunciado no pacote de corte de gastos.
“Ninguém tem direito de receber um direito ao qual não tem direito. Ou seja, ninguém pode ser malandro ao ponto de receber um benefício que não tem direito. Então, estamos tentando fazer um processo de investigação para ver quem está recebendo corretamente e quem está recebendo incorretamente”, disse durante o lançamento do Programa Periferia Viva de urbanização e regularização fundiária.
Na ocasião, o petista ainda defendeu cobrar mais imposto de ricos. A isenção de IR será compensada ao se cobrar 10% de imposto de quem ganha acima de R$ 600 mil por ano.
O presidente também defendeu as medidas da equipe econômica na totalidade. Disse que o governo está passando por um processo para “poder cuidar do Orçamento” e não ter que encarar uma “guerra contra o presidente” para a liberação de recursos.
“Estamos em um processo político de fazer uma certa contenção de gastos para poder cuidar do Orçamento. Senão, chega no final do ano e o Orçamento não cabe nas despesas que nós fizemos. Aí a gente tem que comunicar as ministras de que não tem dinheiro. Aí vira uma guerra silenciosa contra o presidente: ‘Libera dinheiro, libera dinheiro’, mas não tem”, disse Lula.
“Não podemos gastar mais do que tem no Orçamento porque aprovamos um arcabouço fiscal e estamos aprovando uma série de medidas de contenção e moralização em todas as áreas”, completou.
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