Política
Em seu primeiro fim de semana em cartaz nos cinemas, o documentário que conta a história da vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sob a perspectiva íntima de amigos e familiares, denominado “A Colisão dos Destinos”, dirigido por Doriel Francisco, dono da produtora Dori Filmes, teve falha na distribuição e salas vazias. O filme é exibido em 17 estados, mas está fora do circuito Rio-São Paulo.
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Assim como “Dark Horse”, “A Colisão dos Destinos” é feito com verbas de deputados bolsonaristas. O deputado federal Mário Frias (PL-SP) também ajudou a financiar a obra em parceria com o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro.
A distribuição do filme é feita de maneira independente, pela própria produtora. A reportagem do ICL Notícias tentou contato com a Dori Filmes, mas não obteve resposta. Em abril, Francisco disse, em entrevista à Gazeta do Povo, que “o pouco investimento que tem no filme é recurso próprio” dele.
O documentário estreou, em Brasília, na quinta-feira (14). “Não é um filme político, é um filme cultural. É um filme que fala do Jair Messias Bolsonaro humano e não político”, conta Francisco, em um vídeo postado no Instagram.
“O dono da sala quer ver a sala cheia, não importa a questão ideológica. Se eles não passaram nesses lugares, é porque acham que as pessoas não querem ver”, diz Cláudio Marques, exibidor do Cine Glauber Rocha, em Salvador. No entanto, as salas têm estado vazias.
Na noite da última sexta-feira (15), em ao menos 8 das 17 cidades do interior de São Paulo em que o Grupo Cine, o maior exibidor, tem sala, havia sessão. Uma hora antes do início do filme, quatro cinemas estavam vazios. Em Itapetininga, duas pessoas reservaram assentos. Em Rio Claro, Sumaré e Vargem Grande Paulista, pouco mais de dez poltronas estavam ocupadas.
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