Política

Edinho Silva sugere que Trump integrou aliança com "nazistas e fascistas" no mundo

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Edinho Silva comenta sobre os impactos do tarifaço e critica a aliança de Trump com a extrema-direita mundial  |   Bnews - Divulgação BNews
Henrique Brinco

por Henrique Brinco

henrique.brinco@bnews.com.br

Publicado em 23/07/2025, às 17h03



O novo presidente nacional do PT, Edinho Silva, fez duras críticas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao comentar os impactos do tarifaço de 50% contra as importações do Brasil. Segundo ele, em entrevista à CNN Brasil nesta quarta-feira (23), o país foi vítima do “autoritarismo do governo Trump” após uma aliança do republicano com movimentos de extrema-direita em diversos países.

“É só nós olharmos o que foi o primeiro governo do Trump, é só nós olharmos as relações que o Trump estabeleceu no mundo logo depois da sua eleição, que foi uma aliança com a líder fascista que governa hoje a Itália, ele mandou representante no congresso dos nazistas na Alemanha”, declarou Edinho.

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O dirigente petista também criticou o apoio que parte do espectro político brasileiro deu ao republicano sem, segundo ele, compreender a real natureza de sua gestão: “Houve um posicionamento muito aliado ao governo Trump, sem entender o que era o governo Trump, e hoje o Brasil entende o que é o governo Trump. Nós somos vítimas do autoritarismo do governo Trump.”

Mudanças na comunicação do PT

Edinho ainda afirmou que o PT tem buscado aprimorar sua comunicação política, alinhando-a com os princípios que defende: “Eu penso que o PT tem melhorado a sua comunicação, é um processo progressivo. Eu sempre digo que a comunicação acerta muito quando a linha política é acertada. A comunicação traduz a linha política.”

Ele também destacou o papel do partido na formulação de propostas sociais e na defesa de reformas estruturantes. “O partido tem conseguido interpretar a conjuntura, tem se posicionado corretamente, defendendo os interesses do Brasil, defendendo a reforma da renda para que a gente acabe com os privilégios, para que a gente construa um país de igualdade de oportunidades”, concluiu.

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