Política
O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kássio Nunes Marques, negou, na noite da última quarta-feira (30), o pedido do partido Missão para que Renan Santos pudesse participar do debate da TV Globo, nesta quinta-feira (1).
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Conforme noticiou o portal Metrópoles, Renan disse que havia uma expectativa de inclusão no debate após participação anterior em entrevistas da emissora e bom desempenho em pesquisas eleitorais. As regras do debate definiam que seriam convidados os candidatos de partidos com representação parlamentar: Augusto Cury (Avante), Flávio Bolsonaro (PL), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Ronaldo Caiado (PSD).
A ata prevê que, em caso de desistência de algum dos participantes, a Globo poderia, a seu exclusivo critério, convidar o candidato mais bem colocado na pesquisa Quaest de 28 de setembro de 2026 que não estivesse dentro dos critérios estabelecidos pela legislação eleitoral.
De acordo com a decisão judicial, o Missão não atinge o requisito mínimo de representação parlamentar. Com isso, a emissora não tem obrigação de convidá-lo.
“A regra exposta na ata não assegurou a participação automática do candidato que preenchesse esse requisito, mas reservou à emissora a faculdade de convidá-lo, prevendo expressamente que a Globo “poderá, a seu exclusivo critério”, fazê-lo”, diz o ministro.
O presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), decidiu não participar do encontro entre os presidenciáveis. O petista irá conceder entrevista a um podcast no mesmo horário.
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