Política
O coordenador-geral da Fetrab, Kleber Rosa, falou nesta segunda-feira (10) ao PodZé que o PSOL não deve abrir mão de ter uma candidatura própria a governador da Bahia em 2026 e que ele deve ser nome da sigla para cumprir essa missão, assim como foi em 2022, quando já disputou o Palácio de Ondina, e em 2024, quando tentou o Thomé de Souza.
"Obviamente eu sou o nome que é cogitado dentro do partido para assumir essa tarefa e eu estou me colocando à disposição do partido. Por enquanto, eu não tenho vontade própria, meu nome está disposto para aquilo que está estratégico. Se eu tiver que ser candidato a governador, se o partido entender que essa é a minha tarefa em 2026, eu serei", disse Rosa.
Kleber também destacou que será uma oposição à esquerda aos dois grupos que disputam a hegemonia no Estado: um liderado pelo PT e outro pelo grupo que atualmente est[a à frente da Prefeitura de Salvador. "Eu estou discutindo com o partido, nós temos conversado - as diversas correntes, as lideranças - e eu ainda não sei como é que vai ser o processo eleitoral em 2026. Eu estou à disposição do partido. Temos tradição de ter nome próprio na disputa para governador", disse Rosa.
"Acredito que o PSOL não vai abrir mão de ter uma candidatura própria sobretudo porque os dois projetos que costumam disputar e disputam a hegemonia da política são sempre os mesmos: o grupo dirigido pelo PT em âmbito estadual e o carlista no município [de Salvador]. [...] Nós do PSOL nos diferenciamos de ambos os grupos com uma oposição à esquerda, de relação com os movimentos sociais, com as demandas populares, o que a gente não vê em nenhum desses dois governos", avaliou Kléber Rosa.
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