Política

Parlamentares reagem à operação da PF contra Jair Bolsonaro: "Criminosa e absurda"

Lula Marques/Agência Brasil
As manifestações ocorreram nas redes sociais de representantes tanto da base do governo quanto da oposição  |   Bnews - Divulgação Lula Marques/Agência Brasil
Rebeca Santos

por Rebeca Santos

Publicado em 18/07/2025, às 09h40



Parlamentares reagiram à operação da Polícia Federal que impôs medidas cautelares ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), como uso de tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar noturno e proibição de acesso às redes sociais, nesta sexta-feira (18). 

As manifestações ocorreram nas redes sociais de representantes tanto da base do governo quanto da oposição.

A deputada federal Talíria Petrone (PSOL-RJ) afirmou em publicação nas redes sociais que Bolsonaro “está pagando o preço por ser um traidor da pátria e golpista”.

“Bolsonaro terá que usar tornozeleira eletrônica, não poderá usar redes sociais e precisa ficar longe de toda e qualquer embaixada estrangeira”, escreveu.

o líder do Partido Liberal (PL) na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), classificou a decisão como injusta.

“Colocaram tornozeleira em Bolsonaro. Mas não há crime, não há relatos, não há prova. Só há um ‘delito’: enfrentar o sistema”, escreveu.
O deputado ainda afirmou que as restrições impostas — como a proibição de falar com embaixadores, usar redes sociais e sair de casa à noite — são uma “tentativa desesperada de calar quem ainda representa milhões”.

A deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP) também se manifestou nas redes sociais. “O cerco vai se fechando, o grande dia está cada vez mais próximo.

Que venha a prisão e esse bandido responda por todos os crimes que cometeu contra o Brasil e os brasileiros!”, escreveu.

Já o deputado Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP) criticou as medidas impostas ao ex-presidente.

“Criminosa e absurda as decisões Alexandre de Moraes contra @jairbolsonaro hoje”, escreveu.

Ele questionou o uso de tornozeleira eletrônica, a proibição de redes sociais e a restrição de contato com o filho, o deputado Eduardo Bolsonaro.

“O sistema continua sua perseguição contra o maior líder da direita no hemisfério sul e tudo isso tem que acabar!”, completou.

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