Política

Pedido de impeachment contra Ricardo Nunes é arquivado em São Paulo

A primeira  sessão do grupo ocorreu na quinta-feira (29) - Douglas Ferreira/Rede Câmara SP
A rejeição foi apoiada por cinco integrantes da comissão especial, que também fazem parte da base de simpatizantes de Nunes.  |   Bnews - Divulgação A primeira sessão do grupo ocorreu na quinta-feira (29) - Douglas Ferreira/Rede Câmara SP


A comissão especial da Câmara Municipal de São Paulo arquivou o pedido de  impeachment do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), nesta terça-feira (3). A exigência está relacionada aos relatos de problemas envolvendo a oferta de ônibus durante o segundo turno das eleições presidenciais. O processo não avançará em plenário. 

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O vereador Major Palumbo (PP) foi o responsável pela rejeição e pedido de arquivamento. No total, foram cinco votos a favor do relatório e dois contra, da vereadora Luana Alves (PSol) e o vereador Hélio Rodrigues (PT). A comissão especial também incluiu outros quatro vereadores da base de apoio a Nunes. São eles: Rubinho Nunes (União), Sandra Santana (MDB), Sandra Tadeu (PL) e Kenji Ito (Podemos).

As ações da prefeitura foram tomadas, e se tiveram falhas em algum lugar, no próprio relatório [da SPTrans] aplica-se aqui também multas às devidas empresas. Se aconteceu essas ações, a gente tem que achar que o cumprimento da determinação judicial [do TSE] foi feito aqui na cidade no dia da eleição”, afirmou. 

Luana Alves havia apresentado um requerimento de vista do processo do relatório pelo prazo de dois dias. A oposição chegou a redigir um relatório paralelo, mas não foi lido durante a sessão.

O primeiro encontro do grupo ocorreu na última quinta-feira (29), quando o vereador Rubinho Nunes (União) se tornou presidente do colegiado.

O pedido por impeachment foi protocolado por três vereadores da bancada do PSol, Amanda Paschoal, Celso Giannazi e Silvia da Bancada Feminista. Eles também citaram a denúncia de que o prefeito convocou servidores comissionados para atuarem na campanha de Flávio Bolsonaro (PL). 

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Segundo turno

A Prefeitura de São Paulo alega que buscou evitar “gastos desnecessários” e por isso não colocou 100% da frota municipal nas ruas. Dados do Businfo, aplicativo de monitoramento de transporte público, apontam que somente 71,7% dos ônibus estavam em circulação às 13h20, conforme observou a coluna Demétrio Vecchioli, do Metrópoles. 

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