Política

Pequeno gênio! Jovem nordestino de 12 anos está entre as 100 crianças prodígio do mundo

Ilustração / Marcello Casal Jr / Agência Brasil
João Pedro Araújo, conhecido como JP das Galáxias, é uma das 100 crianças prodígio, reconhecido pelo Global Child Prodigy Awards.  |   Bnews - Divulgação Ilustração / Marcello Casal Jr / Agência Brasil
Thiago Teixeira

por Thiago Teixeira

thiago.teixeira@bnews.com.br

Publicado em 24/05/2025, às 14h35 - Atualizado às 14h50



O cearense João Pedro Araújo, conhecido como JP das Galáxias, foi reconhecido como um dos 100 jovens prodígios do mundo. A lista é elaborada pelo Global Child Prodigy Awards (GCP Awards), que elege os jovens talentos comprometidos em expandir os limites da tecnologia, criar soluções inovadoras e “abrir caminho para um futuro mais brilhante”.

Aprovado no primeiro vestibular quando tinha apenas 10 anos, JP das Galáxias tem 12 anos e atualmente está no 8º ano do Ensino Fundamental. Natural de Caucaia, Região Metropolitana de Fortaleza, ele se mudou para a capital cearense com a família para se dedicar aos estudos.

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Ele passou duas vezes no vestibular da Universidade Estadual do Ceará (Uece), nos cursos de Matemática e Física, e foi aprovado em Administração na Universidade de Fortaleza (Unifor). Apesar das conquistas, o sonho de JP é cursar Engenharia Espacial no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).

Em entrevista ao Diário do Nordeste, o jovem falou sobre a emoção de quando recebeu a notícia. Segundo ele, a mãe Sarah foi a grande incentivadora de sua trajetória. “Eu fiquei muito feliz porque o meu esforço foi reconhecido e porque consegui ajudar as pessoas a partir da ciência”, afirma. 

O mesmo sentimento é compartilhado pela mãe, a policial militar Sarah Araújo. Ela fala que foi o menino quem ligou para contar a novidade. Ao Diário do Nordeste, a mãe explicou que percebeu o desenvolvimento diferente de João Pedro quando ele ainda era bebê.

Eu digo que o João nunca brincou. Ele não sentava no chão para brincar com um carrinho, ele nunca brincou com um boneco, com uma coisa. O negócio dele sempre foi ler, acessar site, ver YouTube”, afirma Sarah.

Aos quatro anos, JP se deparou com a matemática e a identificação foi imediata. Logo ele aprendeu, sozinho, a realizar as quatro operações. Com o histórico de superdotação na família, Sarah procurou incentivar o filho e, aos seis anos, ele recebeu o laudo de altas habilidades/superdotação.

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