Política
A Polícia Federal (PF) apreendeu mais de R$ 500 mil em dinheiro vivo na casa do policial civil do Rio de Janeiro, Maxwell Moraes Fernandes, durante operação realizada nesta sexta-feira (15). O dinheiro estava dentro de caixas de sapato. Ele é um dos alvos da Operação Sem Refino, que investiga suspeitas de fraudes fiscais envolvendo a Refit, antiga Refinaria de Manguinhos. A informação é do blog da jornalista Camila Bonfim.
Dinheiro em casa levanta questionamentos
Ter dinheiro em espécie não é ilegal, mas a origem precisa ser comprovada. No caso, o policial deverá explicar por que mantinha a quantia elevada fora do sistema bancário, sem registro formal de movimentação.
Operação mira grupo bilionário
A investigação tem como foco um grupo empresarial, o Refit, controlado pelo empresário Ricardo Magro, apontado como um dos maiores devedores de impostos do país. Além do policial, a ofensiva também alcança nomes de peso.
O ex-governador do Rio, Cláudio Castro (PL), também está entre os alvos. O empresário teve o nome solicitado pela PF para inclusão na Difusão Vermelha da Interpol, lista internacional de procurados, já que mora nos Estados Unidos. Ele já havia sido alvo de outra operação em novembro do ano passado.
Polícia Civil acompanha o caso
Em nota, a Polícia Civil do Rio informou que está "colaborando com a operação realizada pela PF".
"A instituição reforça que mantém permanente cooperação com os órgãos de investigação e segurança pública, atuando de forma integrada. O caso é acompanhado pela Corregedoria-Geral de Polícia Civil", disse o órgão.
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