Política
Publicado em 31/12/2024, às 11h50 Cadastrado por Daniel Serrano
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, abriu mão do recesso de fim de ano para dar rapidez à análise do processo de denúncia contra os envolvidos em uma tentativa de golpe de Estado, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A informação é da CNN Brasil.
De acordo com a publicação, as investigações contra os que já estão privadas de liberdade devem tramitar mais rápido, para evitar que prisões preventivas se estendam sem uma acusação formal. É o caso do general Braga Netto, preso no dia 14 de dezembro.
Com isso, Gonet deve seguir em Brasília para analisar os relatórios da Polícia Federal (PF) sobre os indiciamentos.
Outro que também deve abrir mão do recesso para seguir com as atividades é o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que já comunicou à presidência da Corte para seguir com os trabalhos dos processos em que é relator.
Com a decisão de Gonet e de Moraes, a expectativa é que a denúncia esteja pronta para ser julgada pela Primeira Turma do STF nas primeiras semanas de fevereiro. Além do próprio Moraes, fazem parte do colegiado os ministros Luiz Fux, Cármen Lúcia, Flávio Dino e Cristiano Zanin.
No entanto, parte dos ministros do STF entende que os casos devem ser julgados pelo plenário da Corte pela complexidade do processo e pela grande repercussão nacional, que exigiria uma resposta do quórum completo do tribunal.
O inquérito analisa um plano para dar um golpe de estado. A trama envolveria o assassinar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e do ministro do STF Alexandre de Moraes.
Além de Bolsonaro e Braga Netto, foram indiciados outras 34 pessoas pela participação no plano.
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