Na ocasião, o deputado federal cassado pediu, na última terça-feira (04), ao Ministério Público Federal(MPF) uma apuração sobre as ordens de prisão decretadas pelo ministro contra os suspeitos que fizeram ameaças à sua família.
“O impedimento, de acordo com o próprio magistrado, se deu pelo fato de a vítima ser parente consanguínea em linha reta”, informa o documento, assinado por Deltan. “Razão pela qual, nos termos do inc. IV, do art. 252, do Código de Processo Penal, não pode exercer a jurisdição no caso.”
De acordo com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, as informações apresentadas pelo ex-deputado “não se mostram suficientes” à realização de apurações pelo órgão.