Política
Publicado em 17/09/2024, às 13h27 Cadastrado por Daniel Serrano
A Procuradoria-Geral da República (PGR) que a Polícia Federal (PF) siga com as investigações de um suposto envolvimento do deputado federal General Girão (PL-RN) nos atos golpistas que aconteceram no dia 8 de janeiro em Brasília. O objetivo do procurador-geral da República, Paulo Gonet, é saber qual o "grau de envolvimento" do parlamentar no episódio.
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Em outubro do ano passado, a PF enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um relatório em que aponta crimes cometidos pelo parlamentar ao estimular apoiadores a pedir intervenção das Forças Armadas, meio a questionamentos ao sistema eleitoral e a atuação do Poder Judiciário. Em depoimento, General Girão negou qualquer irregularidade.
De acordo com o relatório da PF, há "suficientes elementos para formação de convicção acerca da existência dos crimes e da possibilidade de responsabilização do representado por seu cometimento".
O relatório foi encaminhado à PGR para manifestação. Em parecer, Gonet solicitou mais diligências e quer que a PF "identifique e analise a noticiada atividade recente do investigado nas redes sociais em publicações de conteúdo antidemocrático, no contexto do 8.1.2023, apontando, inclusive, as datas das referidas postagens".
Em dezembro de 2022, Girão esteve em uma manifestação realizada em frente a um batalhão do Exército em Natal (RN). Na oportunidade, ele disse que "o Estado brasileiro entrega aos militares o direito de usar a violência em seu nome para a defesa do Estado brasileiro".
Para a PF, o parlamentar reconheceu a legitimidade do protesto “que contestava o resultado da eleição e pedia intervenção das Forças Armadas" e estimulou as pessoas a "permanecer concentradas em frente aos quartéis pressionando por essa intervenção".
Em depoimento, Girão disse que só discursou na manifestação depois que foi reconhecido pelos presentes. Ele afirmou ainda que, ao comentar sobre militares, "estava se referindo a um direito genérico de utilização da violência, nos limites postos na Constituição Federal" e que "não teve envolvimento ou conhecimento prévio sobre os atos violentos e criminosos ocorridos".
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