Política
Publicado em 04/04/2025, às 16h22 Maurício Viana
O Partido Liberal (PL), ao qual o ex-presidente Jair Bolsonaro é filiado, não conseguiu convencer os líderes dos partidos na Câmara dos Deputados para que aderissem ao requerimento de urgência do projeto de lei da anistia aos condenados de 8 de janeiro.
Sem o apoio formal das siglas, agora a estratégia adotada é de colher as assinaturas individuais dos deputados. Em meio às pressões para tentar pautar a proposta, o PL realizou obstruções à sessões e votações na Casa, irritando as lideranças dos partidos de centro.
Ao longo da semana, o PL foi cedendo no "kit de interferência", as votações foram encerradas e as comissões voltaram ao funcionamento. O "kit interferência" é formado por diversas estratégias de oposição para impedir a continuidade de votações ou até que sessões sejam iniciadas na Casa.
O líder do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ) afirma que tem 163 assinaturas para pautar o requerimento de urgência, porém são necessárias 257 para que a proposta possa vir a ter chance de entrar na fila de prioridades do plenário.
Segundo o jornal O Globo, outra alternativa seria de que os líderes partidários negociassem o documento respresentando suas bancadas, porém até a quinta-feira (3), não houve transferência favorável.
Mesmo que se alcance o total de assinaturas permitidas por meio de líderes ou individualmente, a decisão de colocar o requerimento de urgência e proposta em votação, depende do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB).
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