Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Política

TJ-BA decide nos próximos meses se aceita queixa-crime de Imbassahy contra Nilo

[TJ-BA decide nos próximos meses se aceita queixa-crime de Imbassahy contra Nilo]
17 de Setembro de 2015 às 10:12 Por: Rodrigo Daniel Silva (@rodansilva)
O pleno do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) deve decidir nos próximos meses se aceita ou não a queixa-crime do deputado federal Antônio Imbassahy (PSDB) contra o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), Marcelo Nilo (PDT).
 
O tucano processa o presidente da Alba por injúria e difamação. As penas somadas para estes crimes podem chegar até dois anos de prisão e mais multa. Em setembro de 2013, Nilo criticou a ação de Imbassahy de fotografar o próprio voto a favor da cassação do mandato do então deputado Natan Donadon.
 
"Tem gente que não tem credibilidade. Aí tem de filmar o próprio voto e mostrar em rede para o povo", afirmou o presidente da Aba. Nilo também disse que o deputado federal e ex-prefeito de Salvador é “traidor” e “puxa-saco” e questionou sobre o pagamento das contas do tucano.
 
Em entrevista ao Bocão News, o advogado Orlando Imbassahy, que é irmão do tucano, afirmou que a expectativa é que o desembargador Luiz Fernando Lima, relator do processo, coloque o processo em pauta nos próximos meses. “A tendência também é que o TJ acate a queixa-crime”, disse, ressaltando que acha “muito difícil” o deputado Imbassahy recuar da queixa crime. "A não ser que haja uma retratação", pontuou.  
 
Imbassahy X Pellegrino
 
Nesta semana, o Supremo rejeitou a queixa-crime de Imbassahy contra o secretário estadual de Turismo, Nelson Pellegrino (PT). Em seu voto, a ministra Rosa Weber, relatora do processo, considerou que as acusações se enquadram como crimes eleitorais, uma vez que foram praticados na disputa para a Prefeitura de Salvador.
 
Desse modo, entendeu a ministra, que o tucano não teria legitimidade para propor essa ação penal.No entendimento do advogado Orlando Imbassahy, os argumentos destes caso não se aplicam no processo de tucano contra Marcelo Nilo. “São coisas diferentes”, limitou-se a dizer.
 
Leia mais:
 
Os comentários não representam a opinião do portal; a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso