Política
A polícia de Israel negou, nesta quinta-feira (29), que a eleição no país tenha sido “roubada” por partidos árabes como alegou o partido Likud, do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, e disse não haver evidências de fraude.
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Conforme noticiou o portal Uol, uma fonte policial afirmou ao Time of Israel que houve pouquíssimas irregularidades relacionadas à integridade da votação. "Não há nenhuma evidência investigativa ou baseada em inteligência que corrobore as alegações", disse.
A Comissão Eleitoral Central já havia descartado suspeitas no dia anterior. Com 85% das urnas apuradas, o bloco de Netanyahu alcança 53 cadeiras no parlamento. A oposição de Gadi Eisenkot tem 48 assentos com o prosseguimento da apuração. Partidos de liderança árabe garantem 19 cadeiras na contagem atual. Legendas menores permanecem abaixo do limite mínimo de 3,25% dos votos.
O presidente de Israel, Isaac Herzog, pediu que os partidos políticos fizessem “tudo que estiver ao alcance” para evitar novas eleições.
"Devemos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance, certamente depois do que aconteceu ontem, para evitar outra rodada de eleições. Portanto, espero que todos que vierem aqui estejam de mente aberta", disse.
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