Política

Polícia descarta racismo em abordagem contra adolescentes negros filhos de diplomatas; saiba mais

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PMs portando fuzil abordaram grupo de quatro adolescentes  |   Bnews - Divulgação Reprodução

Publicado em 10/08/2024, às 17h26   Redação



O inquérito da Polícia Civil do Rio de Janeiro concluiu que não houve racismo na abordagem a adolescentes filhos dos embaixadores do Gabão e de Burkina Fasso e de um diplomata do Canadá. O caso ocorreu na zona sul do Rio de Janeiro, em julho. 

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Na época, agentes portanto fuzis abordaram o grupo formado por quatro adolescentes, sendo três negros. A delegada Danielle Bulus Araújo da Delegacia Especial de Atendimento ao Turista (Deat) afirmou que os PMs “não elegeram suspeitos com base na cor da pele”. 

"Note-se que na abordagem não houve tratamento diferenciado para ninguém. O grupo abordado era composto por adolescentes pretos e brancos. Todos foram revistados, inclusive o adolescente branco teve a revista padrão da bolsa escrotal enquanto um dos menores pretos não sofreu a revista", disse a delegada. 

O relatório foi enviado ao Ministério Público para análise do caso. 

Entenda o caso

Os quatro adolescentes de 13 e 14 anos foram abordados pela polícia em Ipanema. Os jovens, que moram em Brasília, estavam no Rio passando férias. 

Os adolescentes foram questionados sobre o que estavam fazendo na rua e os três filhos de diplomatas não entenderam a pergunta. O Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) pediu desculpas aos pais dos jovens.

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