Política

Pré-candidato a prefeito de Feira, Zé Ronaldo rebate secretário do PT: “sou da velha político e fui convidado para fazer parte do grupo dele”

BNews
Felipe Freitas insinuou que Pablo Roberto aderiu a Veiga política ao apoiar Zé Ronaldo  |   Bnews - Divulgação BNews
Cíntia Kelly

por Cíntia Kelly

cintiakelly@yahoo.com

Publicado em 23/07/2024, às 22h22 - Atualizado às 23h34



Pré-candidato a prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (União Brasil) rebateu o secretário estadual de Direitos Humanos, Felipe Freitas.

Anteontem, o petista afirmou que o deputado Pablo Roberto se rendeu ‘a velha política’ ao desistir de disputar a prefeitura da segunda maior cidade e apoiar, na condução de vice, José Ronaldo.

Siga o BNews no Google e receba as principais notícias no seu celular

Google News Bnews

“Anos atrás eu fui convidado para fazer parte do grupo político do qual ele faz parte”, revelou Zé Ronaldo, sem informou de quem partiu o convite. “Nunca disse nada. Respeitei tudo. Ora, se eu era da velha política, eu não deveria ter sido convidado. Se algum momento eu não estou perto [do grupo do PT], eu sou da velha política?”, questionou, durante entrevista a Cardeal FM, nesta terça-feira (23).

Na segunda (22), Felipe Freitas disse ter sido surpreendido com o apoio de Pablo Roberto a José Ronaldo.

“Eu vejo com muita surpresa, porque o deputado Pablo vinha falando de mudança, vinha falando de renovação e volta ao grupo que está governando a cidade há 24 anos. Eu fique com muita surpresa. Efetivamente, eu acho que população de Feira de Santana, que já escolheu que quer mudar nessa eleição, perde uma opção e ver o candidato Pablo voltar a velha política”, disse o secretário.

Sacrifício sem recompensa

Em 2022, Zé Ronaldo ‘dormiu’ vice de ACM Neto (União) e ‘acordou’ fora da chapa. Por meses, Neto alimentou no correligionário o sonho de disputar a seu lado o governo do Estado.

Aproveitando a magoa do ex-prefeito de Feira, que quatro anos antes deixou a gestão da segunda maior cidade do Estado, para disputar o governo com Rui Costa, interlocutores do PT testaram cooptar o político.

Em 2018, Zé Ronaldo entrou nos 45 do segundo tempo no lugar de Neto, que recuou da intenção de rivalizar com Rui. Quatro anos depois, ele esperava uma recompensa pelo sacrifício. O que não aconteceu. Hoje, Zé Ronaldo diz que as mágoas ficaram no passado.

Classificação Indicativa: Livre

Facebook Twitter WhatsApp


Cadastre-se na Newsletter do Bnews (Beta)