Política

Prefeito cobra plano real de segurança nos municípios baianos: "Tem que ter ação"

Mariana Bamberg / BNews
Prefeito Eures Ribeiro destaca a importância de um plano efetivo para a segurança nos municípios baianos.  |   Bnews - Divulgação Mariana Bamberg / BNews
Mariana Bamberg e Daniel Serrano

por Mariana Bamberg e Daniel Serrano

Publicado em 28/04/2026, às 18h52 - Atualizado às 18h52



O Ministério Público da Bahia (MP-BA) promoveu, nesta terça-feira (28), um encontro com diversos prefeitos da Bahia para discutir políticas na área da segurança pública. Ao BNews, o prefeito atual de Bom Jesus da Lapa, no oeste da Bahia, é Eures Ribeiro (PSD), defendeu que os  municípios também se tornem protagonistas na atuação da segurança pública. 

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"Esse projeto da questão da segurança pública, de envolver os municípios, é essencial. Está na hora da gente realmente passar a ser protagonista da realidade da segurança pública. A gente ficava só dizendo, é o Estado, é o governo federal. E nós, os prefeitos, o que é que nós estamos fazendo para melhorar a questão da segurança pública da Bahia?", questionou

Ainda durante o evento, foi apresentado o projeto ‘Município Seguro’, que  está em andamento em 373 municípios baianos, sendo que em 70 deles os gestores formalizaram a adesão e assumiram o compromisso de implementar os instrumentos previstos na Lei nº 13.675/2018. 

A iniciativa visa sensibilizar prefeitos e orientar a adoção de instrumentos previstos na Lei nº 13.675/2018, que instituiu o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) e o Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), reforçando o papel estratégico dos municípios na construção de ações integradas de prevenção e enfrentamento à violência.

O prefeito de Bom Jesus da Lapa defendeu que a adesão ao plano não é o suficiente e defendeu que seja criado um órgão para que os municípios possam ter ações mais concretas na área da segurança pública. 

"Não, ela tem que ser muito mais profunda, tem que ter um plano, tem que ter um diagnóstico. Tem que ter ação, tem que ter instrumentalidade do município, uma secretária ou um conselho, órgãos que realmente possa dar resposta", disse

"Não pode ser só criado e faz de conta, tem que ser o mesmo órgão criado dentro da área de segurança pública que atua em parceria com o Estado e com a União para que possa promover o bem-estar dos municípios na área da segurança pública", finalizou.

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